terça-feira, 4 de outubro de 2011

ALERTA: CUPIDO EM TERRITÓRIO CORPORATIVO !!!!

               

            Já até perdi as contas da quantidade de casais formados por famosos que após estrelar um filme, novela, acabam transportando para sua vida pessoal um relacionamento a dois. Quem imaginou que essa realidade é uma particularidade das celebridades, está bem enganado. Você sabia que entre 10 colegas de trabalho, 4 estão vivenciando uma relação amorosa?
 Quem revela  é a sexóloga e pesquisadora Shere Hite,  de acordo com sua pesquisa 42% das pessoas se envolvem com colegas de trabalho. As razões para um número tão expressivo, é relativamente fácil de deduzir. As longas jornadas de trabalho permitem um estendido período de convivência, uma vez que se passa mais tempo no trabalho que  em casa. Outro ponto importante de se ressaltar são as afinidades intelectuais em comum entre pessoas que participam do mesmo ramo de atividade.
Já que se apaixonar por uma pessoa no ambiente de trabalho é algo relativamente comum, o que vamos tratar é sobre a manutenção desses romances, uma vez  que o assunto   gera dúvidas e conflitos na cabeça de muitos.O que posso adiantar com tranqüilidade é que boa parte das empresas não possui políticas claras no tocante a relacionamento entre seus funcionários.  A ausência de regras tácitas e formais sobre o assunto , contribui para que muitos casais ocultem seus relacionamentos e desperta por outro lado a fantasia de que se esta burlando uma norma - enquanto na verdade, boa parte das vezes ela sequer existe.

Quanto maior o destaque do cargo que se ocupe na empresa  que se trabalha, maiores deverão ser os cuidados, sobretudo se o romance surgir entre um executivo e seu subordinado. Nesse caso toda precaução é válida para não surgir dúvidas com questões associadas a assédio, por exemplo. Fato é que por mais que se tente manter o sigilo,  inevitável  é escapar da língua e dos olhares dos colegas que estão ao redor.  Mas é possível minimizar as fofocas e a curiosidade alheia  fazendo uso do bom senso e discrição.
Independente se a empresa acata relacionamentos entre seus funcionários ou não, é importante cuidar em conhecer a pessoa  com a qual você está se relacionando. Afinal imagino que ninguém queira sentir-se exposto a  brigas públicas  ou cenas de ciúmes em pleno escritório. Sem contar em casos extremos de violência, motivados por razões passionais outrora divulgadas pela mídia nos últimos anos.
Para os apaixonados  uma boa notícia, em geral, as grandes empresas  tem permitido relacionamentos entre seus funcionários - SIM!. As restrições no entanto existem, e  diz respeito geralmente, à relação de hierarquia e subordinação direta estabelecida entre o casal, há organizações que estabelecem regras  que não permite que o casal divida suas funções em um mesmo setor, outras instituições zelam para que o fluxo de informações estratégicas da empresa não seja utilizado de maneira oportunista  pelo casal. De modo que não é algo engessado, é possível sim vários arranjos de acordo com a empresa. 
A recomendação é que se você estiver começando a se envolver com alguém do seu ambiente de trabalho, aguarde até que a relação dê sinais de amadurecimento antes de torná-la  pública. É também prudente  informar-se sobre a política da empresa em relação ao assunto e conversar com o seu gerente  ou se achar mais conveniente  procurar pelo departamento de Recursos Humanos da empresa para expor a situação.
 Ser ético, discreto e evitar fazer uso das comunicações internas tais como: e-mail  e telefone corporativo para comunicação pessoal e principalmente não trocar informações restritas do trabalho que possa comprometer a carreira de ambos é fundamental para uma relação duradoura e saudável.
E você faz parte da estatística relatada no início dessa postagem? Qual sua opinião sobre o assunto ?  Obrigada pela sua  companhia na leitura dessa postagem , um abraço e até o próximo post !  



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Qual é a alma do negócio ?

Se a propaganda é a alma do negócio...
... Então eu vos pergunto:  Que espírito mal assombrado está presente nos tablóides distribuídos nos  PDV (Pontos de Venda)?
Gente , começo a postagem dessa semana refletindo sobre a responsabilidade incrível que a afirmação “A Propaganda é a alma do negócio” revela ,sobretudo para os setores de criação & marketing. Depositar  os créditos de um negócio bem sucedido a uma comunicação adequada, é bastante justo. Porém a comunicação bem executada não é único pressuposto para se elaborar os fatores críticos para o sucesso de um empreendimento. E que o digam os TABLÓIDES ( encartes) sobretudo os de supermercado.
Bem produzidos, ilustrados e cheio de cores lá estão eles -os TABLÓIDES ! Eles funcionam para propagar o nome da loja, sua localização e principalmente anunciar produtos que estão em oferta durante determinado período.
Os  espaços nesses encartes são disputados pelas mais diferentes empresas que fornecem produtos para dadas redes de lojas. Anunciá-los tem um custo e os fornecedores precisam está dispostos a  inve$tir recursos para estampar essas páginas  de acordo com o espaço que pretendem ocupar no veículo de comunicação.
Com uma distribuição multi-facetada  que inclui : malas diretas, entregas em semáforos e em portarias de prédios, recheio entre um caderno e outro de jornais de grande circulação ou mesmo nos próprios pontos de venda, os tablóides funcionam como uma atrativa isca ao consumo.
E onde está o mau assombro nisso? Muitos já podem está se questionando....Bom  se você freqüenta supermercados, home centers , lojas de uma maneira geral , quero dizer que qualquer semelhança que esse relato possa possuir com alguma história de vocês NÃO é mera coincidência ...  Prontos? Vamos lá:
1)      Receber o tablóide;
2)      Folheá-lo e realizar sua leitura;
3)      Se interessar por um ou mais produtos anunciados;
4)      Ir até o supermercado ou loja onde o produto foi anunciado;
5)      Dirigir-se até a seção / departamento da loja;
6)      Procurar a gôndola em que fica a oferta;
7)      Não detectar o produto ou sequer rastrear qualquer vestígio do produto naquela prateleira;
8)      Constatar  através do funcionário da loja que o produto não está disponível.
Recentemente fui vítima de uma situação dessas ...das 3 ofertas que me interessavam  no encarte, 2 não estavam disponíveis na loja. Possíveis questionamentos que cabem a situação:
Azar ou estoques que acabaram cedo demais?  Não
Má Fé: propaganda Enganosa?  Pouco provável.
Problemas Logísticos?  Bingo ! Acertou na mosca quem disse sim ! Foi o que humildemente me confirmou o gerente da loja ( por razões óbvias não irei identifica-lo)...
Confesso que me surpreende que uma multinacional do ramo do varejo, em plena era da informação possa tropeçar nas suas operações logísticas. Vale frisar que nesse deslize ela  carrega consigo: o fornecedor que investiu alto para divulgar seu produto, a equipe da criação e do marketing envolvido na elaboração da mídia que inevitavelmente não alcançará seu objetivo (alavancar vendas) e por último e talvez o  mais importante a frustração do consumidor que não efetuou suas compras, cujo custo é de dificil mensuração.
Com esses deslizes, algumas lojas começam a colocar em cheque a credibilidade de seus anúncios. E se a propaganda for mesmo a alma do negócio, nesses casos, muito cuidado!!! porque você pode estar lidando com uma alma “penada”. Fruto de uma união mal sucedida entre a logística, o marketing e todos seus subsistemas.
Obrigada pela sua companhia em mais essa postagem, uma ótima semana !!! Até o próximo post !

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Comportamento : Especial para o dia do administrador


Quando um colaborador de uma empresa emite uma opinião polêmica, acaba expondo a organização que trabalha de alguma forma.Já faz algum tempo que eu penso em escrever algo relacionando o ambiente corporativo e os preconceitos  que margeiam esse meio.

Nessa semana, fiquei sabendo por meio de uma amiga no facebook, que o ator Rodrigo Lombardi emitiu uma declaração no mínimo infeliz. Bastante discutido nas redes sociais, segue abaixo para quem não assistiu ao programa,o vídeo do youtube com o trecho da declaração que o ator realizou no último domingo:


Entendo o comentário do vídeo exibido  como fruto de uma herança cultural bastante arraigada. Onde não acredito que será a primeira, nem infelizmente a última vez que iremos nos deparar  a equiparação do   belo  através de questionáveis  traços “ germânicos”. Porém esse fato me despertou a seguinte reflexão : o quanto que um comportamento  preconceituoso de um colaborador pode repercutir na vida de uma organização?  E será que todas as empresas possuem normas, procedimentos e políticas de RH capazes de driblar ou pelo menos minimizar os impactos que determinados comportamentos de colaboradores poderão ocasionar?

Não é novidade a política que algumas empresas programaram após  sérios problemas com mensagens vinculadas via e-mail corporativo. Boa parte das empresas coloca no rodapé de seu correio eletrônico, atualmente, uma mensagem se eximindo da responsabilidade do conteúdo descrito no e-mail enviado por seus funcionários.

Hoje em dia,  com a explosão das redes sociais, algumas corporações já emitiram documentos solicitando que seus empregados não vinculem em suas redes a empresa que trabalha. Tendo em vista a preservação da marca e da antecipação aos possíveis prejuízos de uma má utilização da rede e da  sua inevitável associação com a empresa com a qual o indivíduo trabalha.

Pontos mais antigos, porém não menos  relevantes se referem a por exemplo fardamentos da empresa utilizados por seus funcionários após horário de expediente em variados ambientes ( faculdades, shoppings, conduções, etc) fardado a conduta positiva ou negativa dele não mais será anônima . O fato em resumo é que um colaborador tanto pode exaltar como prejudicar  por meio de sua conduta a empresa que trabalha. Seja através de um grande veículo de massa ou simplesmente na comunidade onde mora.

   Mas lidar com comportamentos polêmicos ou preconceituosos não é dádiva restrita apenas aos empresários e executivos de RH das empresas. É também cotidiano de muitos trabalhadores que de algum modo já foram atingidos pelo bullying  corporativo.

                O bullying corporativo é exercido silenciosamente boa parte das vezes, porém não é preciso muito tato para perceber quando em uma seleção determinada etnia, estereótipo físico ou credo é determinante para a contratação de um profissional. Não são raras as empresas que exercem suas preferências  referenciando a perfeição, o belo com os mesmos atributos que no início dessa postagem o ator Rodrigo Lombardi utilizou para elogiar um negro.

                Não sei ao certo mensurar até que ponto a gestão pode afetar a cultura de um povo. Mas está claro como a cultura de um povo pode afetar uma gestão. No dia em que comemora-se o dia do ADMINISTRADOR DE EMPRESAS eu convido a todos administradores de formação e a todos administradores por exercício do ofício a revisar e refletir qual a cultura que se pauta nosso comportamento e gestão dentro dos organismos empresariais aos quais pertencemos.

                  Aos meus queridos colegas, estudantes e profissionais da área - Parabéns por nosso dia !!!!!.. À todos que acompanham esse espaço  meu abraço carinhoso ! Até a próxima semana ...

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Até que a morte os separe!


       Certo dia participando da organização de um processo de seleção ouvi um consultor de RH falando:“ O processo seletivo  é a promoção de um casamento entre empresa e colaborador, é preciso que ambos se identifiquem e desejem estar juntos”.  Essa frase acompanhou meu pensamento por algum tempo e nada mais justo que compartilhar com vocês na  postagem dessa semana.



O que me  ocorre lembrar é que os “ casamentos  corporativos”  nos últimos tempos tendem a ter uma validade curta ou uma duração bastante limitada. Não é raro em nossas famílias encontrar exemplos em nossos pais, tios ou avôs com décadas a fio em uma mesma empresa. Porém cada dia é mais raro encontrar jovens que permaneçam por mais de 5 anos na mesma empresa.

Se outrora a concepção empresarial tinha o discurso de que detinha  a barganha por promover empregos, hoje transformada, percebe que se trata  de uma via de mão dupla – colaboradores precisam de seus empregos, bem como as empresas necessitam de seus colaboradores.

 O  alto turn over de funcionários começou a afetar a vida das empresas, dentre eles  elevando por demais seus custos seja nos constantes processos seletivos, na dificuldade de captação de mão de obra qualificada e sobretudo no tempo de aprendizagem e adaptação que  um novo colaborador leva para se alinhar a uma nova organização.

QuAL  O SeGREDo PaRA uM  "CaSAMENTo" DuRADoURO ?

A resposta  dessa pergunta é perseguida por vários grupos de estudo de gestão empresarial com foco em RH. Acredito que a resposta para essa  questão é quase tão valiosa quanto a fórmula da coca cola para muitos empresários. A notícia boa é que ela é bem  mais acessível do que se imagina e a notícia ruim é que não existe uma formula pré moldada, ela deve se adaptar para cada situação, cada empresa.

Mas o primeiro passo inicia-se com  a observação do ambiente, olhar as diferenças entre as gerações que se possui dentro de uma mesma empresa  ( isso inclui a diretoria até os cargos operacionais) e tirar proveito delas é decisivo para agregação de valor. Compreender os diferentes anseios das diferentes gerações sejam elas : X, Y ou Z e alinhá-las aos objetivos da empresa, é uma construção continuada.

A partir da observação se compreende que a motivação de cada geração  é diferente e a partir daí é possível gerenciar os paradigmas que cada uma delas possui. O combustível para essa relação é relativo, pois depende da posição ou geração que se ocupe. Não existe desafio maior, motivos melhores ou piores.  O que existe é gestão assertiva ou não.

Vínculos duradouros podem ser saudáveis assim como eventuais mudanças também. Parafraseando o poeta Vínicius de Moraes : “ Que seja eterno enquanto dure” penso que nas relações corporativas essa máxima ocorre sempre que se oferta e na mesma proporção se recebe o que existe de melhor dentro das relações profissionais. Você está ofertando o que há de melhor enquanto profissional ou empresário?

Deterministicamente falando : SEMPRE é possível ir além e fazer melhor quando o assunto elegido são as relações humanas. Uma ótima semana para todos vocês ! Até a próxima semana =)

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Qual o planeta que a geração da fralda descartável vai encontrar daqui a 20 anos ?


Conversando com algumas  mamães de plantão , não foi  difícil constatar que em grande parte a maioria delas utilizam em seus pequenos as chamadas fraldas descartáveis. Com a mudança do estilo de vida da família, onde os pais passam boa parte do tempo trabalhando fora de casa e com os espaços reduzidos nos apartamentos para colocação de varais, as fraldas de tecido foram substituídas  pela praticidade das descartáveis .E  o produto  se tornou uma das principais despesas de casais com filhos nos primeiros anos de vida.

Bom, vocês podem está pensando nenhuma novidade até aqui ?. Mas sabe , amigos leitores, expandi essa reflexão para uma micro abordagem  analisando apenas o prédio onde resido. Aqui devem existir aproximadamente umas 10 famílias com bebês. Se imaginar que a cada 24horas são trocadas 5 fraldas em cada casa , teremos um lixo equivalente a 50 fraldas. Por mês seria uma média  de 1500 fraldas, em um ano 18.000 unidades  de lixo produzidas só no meu prédio. Surpreendente é traduzir esse número para as grandes metrópoles -  quantas toneladas de lixo proveniente por fraldas são emitidas por dia ? E quais os impactos gerados por essa demanda ?

De acordo com a Knowaste uma fralda leva até 500 anos para degradar espontaneamente  seus componentes  do ambiente, sendo eles : plásticos , fibras, polímeros e celulose. Se mudar o estilo de vida e os hábitos de consumo da população são de um altruísmo que essa postagem não pretende se destinar – trago a tona a discussão do tratamento dos nossos resíduos sólidos. Apesar da rígida legislação que o Brasil possui no âmbito do meio ambiente, poucas dessas medidas são colocadas em prática.

A postagem dessa semana começa com uma pergunta que eu não gostaria de deixar sem resposta. Sem dúvida, a geração da fralda descartável vai encontrar um planeta  que dependerá das nossas atitudes daqui por diante. Mesmo distante, já há claros sinais de transformação por meio de produtos ecológicos ( ainda caros) e principalmente com a reciclagem desse tipo de artefato realizado em alguns países.

Na Grã Bretanha, Canadá e Holanda, por exemplo, já existem usinas destinadas a reciclar esse tipo de material. Seu propósito é transformá-los  em vários produtos que vão desde telhas pra construção civil, capacetes para ciclistas até a extração de metano para a produção de geração de energia.

É bem verdade que existem inúmeros outros agentes poluentes no nosso dia a dia. Porém desconheço entidade que mais vigor tenha em defender os direitos dos pequenos que suas MÃES. Verdadeiras leoas, penso que com o engajamento e a organização delas em prol dessa causa, é possível  ter-se chances reais de se  alcançar   atitudes responsáveis promovidas seja pelos nossos: governos, fabricantes ou distribuidores desse tipo de produtos.

 Que a geração das fraldas descartáveis possa ser também lembrada por um legado verde permanente. Minha singela contribuição começa com essa postagem e a de vocês?
 
  Uma excelente semana a todos, espero encontrar com vocês por aqui na próxima semana.





quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Organização e Empresa – Sinônimos no discurso, mas e na prática?

               Não é difícil encontrar em vários textos seja da literatura acadêmica , seja nos veículos de informação o sinônimo organização, usado para substituir a  palavra empresa . Observando esse uso contínuo  e a  natural substituição entre as palavras, fiz uma pequena reflexão sobre o que entendo por organização. Para auxiliar nessa resposta busquei pensar quais são os  pressupostos para qualificar algo como O-R-G-A-N-I-Z-A-D-O.
                A partir daí tracei uma pequena trama entre os pressupostos obtidos nessa reflexão e quais exemplos de ORGANIZAÇÃO me vieram a mente. Não precisei ir muito longe e pude observar na própria natureza exemplos interessantes de organizações, te convido a olhar o exemplo que encontrei na imagem abaixo:
               
                Bom pra quem não conseguiu identificar a foto, trata-se de uma colméia. Alguém dúvida que ela é um excelente exemplo de organização? Quem respondeu sim  ou não entendeu minha analogia entre ela e ao termo organização, uma breve explicação: a sua localização costuma ser estratégica com vistas a se livrar dos predadores naturais, nela todos conhecem seus papéis (responsabilidades e deveres), ainda é possível  se afirmar que nela existe uma clara definição de hierarquia ( destacando o nível mais elevado conferido a abelha rainha), por último pode-se destacar que seus  objetivos na produção são claros ( desde a coleta do pólen nas flores até a produção do mel).
                Se trouxermos o conceito de organização, tal qual a colméia se qualificou por meio de seus pressupostos para as empresas, será que continuaremos utilizando essa sinonímia? Caros leitores, estimo que suas empresas tenham a beleza da organização encontrada nesse singelo exemplo. Caso as evidências estejam ainda por demais afastadas entre sua EMPRESA e o conceito de organização, que a colméia sirva como um pequeno instrumento de inspiração.
               Com esse post, espero solidificar meu retorno ao blog , obrigada pela paciência e espera de todos que acompanham esse cantinho... Um abraço , até o próximo post ( semana que vem, se Deus quiser).

terça-feira, 14 de junho de 2011

Inovação Tecnológica e as vocações do semi árido

Improvável seria passar os olhos pelo projeto SERTA e não passar adiante a generosidade desse grupo de desenvolvimento de tecnologias para a população do semi árido.
O SERTA é uma OSCIP ( Organização de Sociedade Civil e interesse público)  que consegue transformar ciências de baixo custo em elevada tecnologia. Situada em Glória do Goitá – PE o seu trabalho é voltado para a educação  de jovens da zona rural. Ela trás a  tona lições  de sustentabilidade e mostra  que uma vida melhor pode e deve estar ao alcance de todos.
Vamos dar um passeio e conhecer um pouquinho desse projeto ?


Agradecimentos Especiais :  aos meus alunos da FJN , do curso de Sistemas de Informação , que de forma muito sensível captaram a essência das inovações tecnológicas em sala de aula e apresentaram o projeto SERTA como um sopro refrescante de esperança que precisa ser ainda mais multiplicado...
Espero em breve conhecer pessoalmente o projeto, então fica dica do Site para maiores informações:  http://www.serta.org.br/
Conheça o trabalho dos meninos no: http://garotos-do-programa.blogspot.com/ , com direito a fotos e descrição de alguns processos de inovação ensinados pela instituição.

Até a próxima postagem ;)